sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

JESUS O VERDADEIRO NATAL!

 Os Anjos, na Noite santa, disseram aos pastores:

“Nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é o Messias Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura” (Lc 2,11).


Nada de maravilhoso, nada de extraordinário, nada de magnífico é dado como sinal aos pastores. Verão só um menino envolto em panos que, como todos os meninos, precisa dos cuidados maternos; um menino que nasceu num estábulo e, por isso, não está deitado num berço, mas numa manjedoura. O sinal de Deus é o menino carente de ajuda e pobre.


Os pastores, somente com o coração, poderão ver que neste menino tornou-se realidade a promessa do profeta Isaías:
 “Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi concedido. Tem o poder sobre os ombros” (Is 9,5).

A nós também não nos é dado um sinal distinto. O anjo de Deus, mediante a mensagem do Evangelho, nos convida também a encaminhar-nos com o coração para ver o menino que jaz na manjedoura na gruta.

O Natal é acontecimento de luz, é a festa da luz: no Menino de Belém, a luz primordial volta a resplandecer no céu da humanidade e dissipa as nuvens do pecado. O fulgor do triunfo definitivo de Deus aparece no horizonte da história para propor aos homens em caminho um novo futuro de esperança.


O sinal de Deus é a simplicidade. O sinal de Deus é o menino. O sinal de Deus é que Ele faz-se pequeno por nós. Este é o seu modo de reinar. Ele não vem com poder e grandiosidades externas. Ele vem como menino - inerme e necessitado da nossa ajuda. Não nos quer dominar com a força. Tira-nos o medo da sua grandeza. Ele pede o nosso amor: por isto faz-se menino.



Nada mais quer de nós senão o nosso amor, mediante o qual aprendemos espontaneamente a entrar nos seus sentimentos, no seu pensamento e na sua vontade - aprendemos a viver com Ele e a praticar com Ele a humildade da renúncia que faz parte da essência do amor. Deus fez-se pequeno a fim de que nós pudéssemos compreendê-lo, acolhê-lo, amá-lo.


Venite, Adoremus!

Devemos sair jubilosos da gruta de Belém, para referir por todo o lado o prodígio de que fomos testemunhas.
Encontramos a luz e a vida! Nele, foi-nos dado o amor! 
Nós vos acolhemos com alegria, Senhor Onipotente do céu e da terra que, por amor, vos fizestes Menino! 
Acolhemos-vos, agradecidos, ó Luz nova que despontais na noite do mundo! 


O CARV DESEJA UM FELIZ NATAL PARA TODOS!



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